Carreiras

Você sabia que quem comanda o Youtube, a maior plataforma de vídeos do planeta, é uma mulher? Susan Wojcicki é CEO da plataforma desde 2014 e é um dos exemplos de liderança feminina na tecnologia.

Enquanto os nomes de líderes femininas insistem em permanecer escondidos, nomes como Jeff Bezos e Elon Musk são comuns em nossas referências como personalidades da ciência e tecnologia.

A recorrência de apenas nomes masculinos virem à nossa mente não é por acaso. O universo tecnológico, hoje em dia, é massivamente masculino, mas nem sempre foi assim.

Uma matéria divulgada pela USP, mostra que em 1974, a primeira turma de Ciências da Computação era 70% composta por mulheres. Em 2016, apenas 15% eram meninas. Agora, você deve estar se perguntando: “o que aconteceu nesse meio tempo para inverter a realidade nas academias e consequentemente, no mercado de trabalho?”.

A resposta é simples, mas também desconfortável. No início, o uso dos computadores era ligado ao serviço de secretariado, ou seja, uma atividade majoritariamente desempenhada por mulheres. À medida que a computação foi atrelada aos videogames, que eram inicialmente direcionados aos homens, a área também se tornou parte desse mundo masculino.

Mas afinal, quem define o que é de menino e o que é de menina? Uma coisa é certa, em pleno 2022, essa realidade não é mais aceita e os primeiros sinais de resposta à mudança estão saindo do mercado de trabalho.

Mulheres no Mercado de Trabalho

Às mulheres, os direitos sempre chegaram tardiamente. Um exemplo disso é que só em 1962 as mulheres conquistaram o direito de trabalhar sem precisar da autorização de cônjuge.

Por muitos anos, a elas foram designados os trabalhos ligados ao cuidado. Por exemplo, nas guerras, as mulheres ficavam encarregadas de tratar os soldados feridos, enquanto os homens enfrentavam as batalhas.

Por incrível que pareça, guerra e tecnologia estão mais próximas do que imaginamos.

Foi durante uma, a Guerra Fria, que Margaret Hamilton desenvolveu o programa usado na missão espacial que levou o homem à Lua. Assim, podemos apontar mais outra semelhança: a desvalorização do trabalho feito por mulheres.

Em ambas as épocas, os homens ganhavam o reconhecimento. Ao invés de conhecermos as mulheres que estavam por trás de ocasiões históricas, eram os homens que ganhavam os títulos de “heróis”.

Com o tempo – e muita luta – as mulheres foram conquistando seu espaço. Inicialmente, nos espaços que lhes eram designados. Atualmente, são elas que escolhem os espaços que desejam estar.

Liderança Feminina na Tecnologia

Com a chegada da pandemia, ocorreu o boom dos empregos conhecidos como “digitais”, como os das áreas de marketing e de tecnologia da informação (TI). Nesse contexto, as oportunidades de trabalho no setor cresceram e muito.

#DicaVsoft: Saiba por onde começar a transição de carreira para a área de TI.

O ingresso de mulheres nessas carreiras digitais seguiu em crescimento segundo pesquisa divulgada pela Tera em parceria com a Mind Miners. O levantamento aponta que as carreiras de Product Manager, UX Designer e em Marketing Digital já possuem quantidade igual ou superior em presença feminina.

Porém, quando tecnologia é o assunto, o déficit entre mulheres e homens insiste em existir. Nas áreas de Análise de Dados foi visto que as mulheres fazem parte de apenas 33,1% dos cargos ocupados. Em Desenvolvimento de Software, a situação é ainda menor, com 30,8%.

Mesmo em ritmo lento, o número de vagas ocupadas por mulheres na tecnologia vem aumentando cada vez mais através de uma combinação de aumento de oportunidades em TI após a pandemia e os esforços para inclusão de mulheres.

Ainda assim, é preciso direcionar mais os olhares para isso, como meio de acelerar a participação de mulheres no mercado e garantir-lhes não apenas cargos na área, mas posições de liderança.

Estatística divulgada pela Statista mostra que nos últimos anos, no período entre 2015 e 2021, o número de mulheres em cargos de diretoria em escala global aumentou 10%, passando de 12,5% para 22,5%.

O salto pode parecer grande, mas quando enxergamos de outro ângulo, vemos que isso significa que 77,5% é composto por homens, mostrando que ainda há muito trabalho a ser feito.

Não é apenas nós que vemos isso. Algumas empresas de tecnologia estão voltando seus olhos para a inclusão feminina, seja por capacitação ou direcionamento de vagas para mulheres.

A Vsoft é uma delas!

Desde 2017, a Vsoft não para de crescer em pessoal. Esse crescimento é estimado em cerca de 30% ao ano.

Entenda aqui por que escolher a Vsoft para trabalhar.

A Vsoft acredita que a mudança começa com oportunidades. Pensando nisso, no que tange os cargos iniciantes da instituição (jovem aprendiz, estágio e trainee), já é possível enxergar os frutos da luta por igualdade. As mulheres representam exatos 50% desses cargos!

As oportunidades externas podem ser o começo da transformação do mercado tech, porém, as mudanças devem iniciar dentro das organizações para que seja possível receber mulheres de fora e reconhecer as que já estão internamente da forma que elas merecem e não apenas como números.

É essencial que o reconhecimento parta de dentro, com promoções e equidade salarial. Por isso, é importante ver mulheres que começaram em cargos juniores, tendo oportunidades de crescimento e chegando aos cargos mais altos de uma empresa. Esse é o caso de Ana Rodrigues.

Ana iniciou suas atividades na Vsoft há mais de 17 anos no cargo de estágio em atendimento. À medida que os anos passavam, o nível dos cargos aumentava. Até que em 2021, Ana alcançou uma das maiores posições de liderança na Vsoft, se tornando CFO.

Nossa CFO é uma das mulheres que formam 47,37% dos cargos de liderança na Vsoft.

Contudo, esses cargos geralmente são mais atrelados a setores de backoffice e de negócios. Sabemos que, quando relacionado à área de tecnologia, a presença das mulheres ainda é carente.

Enxergamos que o primeiro passo para mudar essa realidade começa com incentivo e capacitação. Por isso, recentemente inauguramos nossa universidade corporativa, a Univsoft.

Na plataforma, cursos relacionados a biometria, inteligência artificial, entre outros temas relevantes, são disponibilizados como ferramenta de educação interna.

O caminho é longo, temos conhecimento disso, mas também sabemos que a revolução no mercado tech está em progresso e só começando!

Você, mulher, se interessou pelo conteúdo? 

Então fica ligada em nossa página de carreiras. Continuamos crescendo e queremos seu talento para crescer conosco.

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